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PREZADAS (OS) PRECISAMOS DE UMA RESPOSTA DE UM ESPECIALISTA, TRAZEMOS EM SEGUIDA UMA QUESTÃO POR IMPACTO QUE A PREFEITURA CAUSARÁ NOS BAIRROS QUE SERÃO AFETADOS COM O PROJETO PRAÇA XI MARAVILHA. AQUI RESSALTAMOS A QUESTÃO DAS LINHAS DO METRÔ COM PREVISÃO PARA O LOCAL E TB A CONSTRUÇÃO DE UM OU DOIS MERGULHÕES. OBS.: O texto é grande porque o problema é enorme!
Somos a AMATRE/RJ, por ora atuando como um movimento popular de Associação Comunitária do bairro Centro, Lapa e Adjacencias, sendo que parte de nosso bairro do Centro e alguns adjacentes, como o Catumbi, Cidade Nova e Estácio, serão impactados com o Projeto Praça XI Maravilha. Há anos esepramos a finalização da obra planejada desde 1968, e interrompida da Linha Carioca 2, que instalaria as estações do metrô do Catumbi, Praça Cruz Vermelha e Praça XV. Como o silencio imperava até então sobre esta conclusão de linhas tão antigas, quando vimos a estação Gávea ser planejada em 2010, bem depois da Estação Carioca 2 de 1968, e ainda esquecida, e fazendo muita falta, até porque no centro e ao redor da Praça Cruz Vermelha há muitos Hospitais de Grande Porte, e a melhoria da mobilidade urbana é essencial, neste caso não só para os moradores e trabalhadores do bairro, mas também para os pacientes e seus parentes que se deslocam com muita frequencia para o bairro, vindo de outros bairros bem distantes, às vezes até de outros municípios para tratamentos prolongados, como no caso do INCA e do Instituto Estadual do Cérebro. Diante deste silencio, nossa Associação Amatre, neste ano de 2026, começou a passar no bairro, desde março, um abaixo assinado presencial reivindicando a finalização da Linha Carioca 2. Para nossa surpresa recentemente a Prefeitura em maio divulgou a implementação do Projeto Praça XI Maravilha, com a revitalização dos bairros Catumbi, Cidade Nova e parte do bairro do Centro, nas proximidades da Praça Cruz Vermelha e Praça Tiradentes, com impacto em vários imóveis abandonados e estacionamentos desta áreas. Este projeto é previsto na PLC 92/95, com venda de 324 móveis em toda a cidade do RJ pela PLC 93. A Prefeitura alega que estas vendas seriam para ter orçamento para fazer a sua parte neste projeto de requalificação destes bairros. Agora, por conta deste Projeto de requalificação da Praça XI, já se fala que a linha Carioca 2 sairá do papel, só faltam recursos, e buscar o engajamento do Governo Estadual. Contudo o que nos preocupa que há a previsão neste projeto de um Mergulhão para dar conta do fluxo dos veículos após a retirada do Viaduto 31 de março. Agora também enfim se cogita de implementar as Estações faltantes do Metrô, a partir do Estácio, chegando ao Catumbi, passando pela Praça Cruz Vermelha e seguindo para a estação Carioca em direção à Praça XV. Agora fica a questão posta aqui para os especialistas responderem, considerando sermos leigos no assunto, sem formação técnica nesta área de mobilidade urbana, se tem como coexistir em harmonia urbana e construtiva, com rotas que não afetem a de outro, ( a construção do mergulhão não atrapalhe a do metrô) e se estas duas opções são realmente necessárias, e em particular o mergulhão, porque o Metrô da Linha Carioca 2 é necessária, mas o mergulhão ou 2 mergulhões ( parece que o Prefeito desistiu do 2º mergulhão, que seria um “mergulhinho” para alguns) se são realmente necessários, após a derrubada do viaduto 31 de março, para o fluxo dos veículos que passariam pelo viaduto, considerando a alta despesa de R$ 1,75 bilhão de reais? Qual a finalidade e rota de fluxo de cada um destes meios de transporte urbano? Porque este mergulhão é tão caro assim, qual a parte da obra que a torna de valor tão alto?
A única saída para a cidade do Rio de Janeiro é o metrô. O BRT que fizeram, já está com sua capacidade esgotada e não se pode mais continuar lançando resíduos carbônicos na atmosfera. Ainda, não se pode querer que um passageiro que vá viajar para o exterior, por exemplo, sujeite-se a fazer um trajeto que passe por situações inseguras como é o caso do BRT que vai para o aeroporto internacional. Infelizmente, não se pode acreditar que a linha 5 do metrô vá sair do papel. A linha 4 só foi construída por causa das olimpíadas de 2016 e não temos outro evento do tipo. Só por curiosidade, o metrô da cidade do México é 5 vezes maior que o de São Paulo. Por aí vemos como estamos atrasados.
Achei muito interessante essa linha, o trabalho do site é ótimo, mas gostari de saber se a estação do jardim Guanabara se encontra em um lugar bom, porque essa área é residencial com vias locais muito estreitas… Não seria melhor em uma via coletora talvez? Como a Rua Cambauba onde se tem linhas de ônibus que podem complementar o metrô e pode ter a possibilidade da implantação de VLT.
A partir do Fundão, além da integração prevista com a linha 9 – Suburbana, a linha vai seguir em trecho paralelo ao da linha 3 – Brasil. Em função das estações previstas, a diretriz seria diferente de uma reta ao longo da antiga Av. 1 (Av. Horácio Macedo), sendo representativo passar pela Rua Paulo Emídio Barbosa, para passar na entrada do Pólo de Tecnologia da COPPE, que é grande gerador de viagens. Sugiro as seguintes estações no Fundão (elas podem ser renomeadas para homenagear outros professores):
– Maria Paulina de Souza (Av. Horácio Macedo altura desta rua, entre o CEPEL e o CENPES)
– Praça Giulio Massarani
– Praça Samira Nahid Mesquita
– Paulo Emídio Barbosa (na entrada do Parque Tecnológico, a mudança de eixo sugerida é atrás do Prédio da Reitoria)
A linha seguirá para o Caju talvez exigindo atravessar o Canal do Cunha subterrânea, devido ao estaleiro, com diretriz para atingir a Rua General Sampaio. A estação Caju sugerida na Praça na altura da esquina da Gen. Sampaio com Gen. Gurjão.
Na sequência, a linha segue em direção à Av. Brasil, podendo seguir sob a Ponte Rio-Niterói caso seja possível não atrapalhar a atividade portuária, teria uma estação “Mons. Manuel Gomes” próxima da esquina da Av. Brasil x Mons. Manuel Gomes com o deslocamento da passarela 1 para atender o acesso ao outro lado da Av Brasil.
Após seguirá diretriz do BRT TransBrasil, encontrando a linha 3 na estação “Igreja de São Cristóvão” (ou Praça Santa Edwiges), conforme meu comentário postado na página daquela linha. A seguir estação Rodoviária e Leopoldina / Cidade Nova (uma estação única no finalzinho da Av. Francisco Bicalho).
Seguem as estações:
– Estácio (conexão linhas 1 e 2)
– Rio Comprido (Rua Aristides Lobo próximo à Trav. Antonio Galiazzi, a diretriz segue sob o morro do Estácio – acesso ao alto do São Carlos tb)
– Barão de Petrópolis (Rua da Estrela x Rua Br. Petrópolis)
– Cosme Velho (Pça São Judas Tadeu)
– São Clemente
– Real Grandeza (esq. com Mena Barreto)
– Santa Clara / Bairro Peixoto
– Cantagalo
– Gen. Osório (aproveitando a estação que ficará disponível com a extinção da operação da linha 1A.
Esta linha segue diretriz do Anel Viário da Cidade em bom trecho dela, porém me preocupa a diferença de volume de passageiros entre trechos, certamente faria o apoio com possivelmente uma linha “3B”, vindo da Brasil e entroncando nesta linha (poderia ser inclusive o serviço expresso da linha 3, inclusive). Com isso, seria possível operar com um headway de 5 minutos para a Ilha, por exemplo, e de 3 minutos para a Brasil, garantindo um headway abaixo de 2 minutos no trecho mais adensado, entre a Rodoviária e a Zona Sul.
Quanto ao trajeto:
O Gláucio já falou sobre o problema do trajeto dentro da Ilha. A sugestão dele é muito sinuosa. O eixo principal da Ilha é de fato a Estrada do Galeão, e não faz sentido a linha passar pelo terminal do Aeroporto, pois representa cerca de 5 km de acréscimo em trajeto, fora atravessar áreas militares complexas. É importante da mesma forma atingir a Estação de Barcas do Cocotá, pois exatamente pela linha não se dirigir para a região da Praça XV, as barcas fariam esse papel, bem como ter barcas para outros pontos da Baía (Paquetá, São Gonçalo, Magé) que façam transbordo para esta linha de metrô em um trajeto muito mais curto que ir até a Praça XV.
A linha ficaria da seguinte forma:
– Freguesia (Magno Martins x Pio Dutra)
– Bancários (Dr. Manoel Marreiros x Av. Paranapuan)
– Tauá (Av. Paranapuan, entre a Érico Coelho e a Estr. Dendê)
– Cocotá (Parque Manoel Bandeira – integração Barcas)
– Paulino Werneck (Estr. Cacuia x Visc. Lamare)
– Rio Jequiá (Estr. Rio Jequiá x Mileto Maciel)
– Cacuia (Estr. Galeão x Estr. Cacuia)
– Guarabu (Estr. Galeão x Rua Açaituba)
– Jardim Carioca (Estr. Galeão, entre a Rua Bocaiúva e a Av. Maestro Paulo Silva – integração linha 6)
– Portuguesa (Estr. Galeão, entre a Rua Cambaúba e a Rua Haroldo Lobo)
– N. S Loreto (R. 52, entre a R. 53 e a Estr. Maracajá – o eixo sai da Estrada do Galeão para reduzir impacto sobre a via, que tem muitos viadutos no trecho, além da Estr. Maracajá estar mais perto da população local)
– Galeão (Estr. Macarajá x Av. 20 de Janeiro – integração linha 6)
– Fundão (Estação Integração).
Continuo depois em outro comentário pois tenho que sair agora.
Pow ta na hora de da um up dentro da ilha a prefeitura esqueçe acha que é so galeão existem mais 16 bairros que sofrem com problemas e estão sofrendo por n ter uma boa integração como no resto das cidades as obras vão do até o galeão acho que pelo jeito isso num vai mudar a vida de quem mora aqui em nada.eu apoio a linha 5/linha 6
Aqui a linha, dentro da Ilha, deveria seguir pela Estrada da Cacuia e não por baixo do morro da Rua Uruaçu, ficaria inviável passar por ali. O melhor seria ter ao menos duas paradas devido ao alto fluxo de gente que circula por ali. Estação no Cocotá, indo até a praça na integração com o terminal das Barcas S/A, seguindo Ten. Cleto Campelo em direção à Estrada da Cacuia, cruzando a Estrada do Galeão e seguindo rumo a Estrada da Bica. Beiraria a praia até a altura da Rua Cambaúba e iria até a Portuguesa. Esse trajeto não implicaria passar por baixo de morros e as estações ficariam ao nível do mar.